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PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas injustificadas

A Polícia Federal (PF) determinou o afastamento preventivo de Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal pelo PL-SP, do cargo de escrivão da corporação na Delegacia da PF em Angra dos Reis (RJ).…

A Polícia Federal (PF) determinou o afastamento preventivo de Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal pelo PL-SP, do cargo de escrivão da corporação na Delegacia da PF em Angra dos Reis (RJ). A medida foi publicada no Diário Oficial da União e vale até que seja concluído um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que investiga faltas consideradas injustificadas do servidor.

O PAD foi instaurado pela Corregedoria Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro em 27 de janeiro para apurar as ausências de Eduardo ao serviço — ele está residindo nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e não retornou à função após ter o mandato parlamentar cassado no fim de 2025.

A portaria que oficializou o afastamento, assinada pelo corregedor regional da PF, também determina que ele entregue sua carteira funcional e a arma de fogo institucional em até cinco dias úteis. Caso a investigação conclua pela confirmação das irregularidades, o PAD pode resultar na demissão do servidor.

Eduardo Bolsonaro havia sido chamado pela PF para reassumir o posto após a perda do mandato na Câmara dos Deputados, mas sua permanência no exterior e a acumulação de faltas motivaram a abertura do processo disciplinar, que examina se sua ausência configurou abandono de cargo.

O afastamento do cargo ocorre em meio a outros procedimentos judiciais aos quais o ex-parlamentar está submetido, já que ele também responde a ações na esfera penal, incluindo acusações no Supremo Tribunal Federal relacionadas à sua atuação enquanto residia fora do país

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